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Dia 6/7 -
Sexta-feira/Sábado
23h00 Concentração
na Quinta do Carvalhinho
Convívio entre os
participantes e ceia com...
caldo verde e broa até à
hora da partida
01h00 Início da
caminhada em direcção ao Monte do Colcurinho
04h00 Chegada ao
Monte do Colcurinho
Cantorias e guitarradas
até ao nascer do sol
06h23 Prevê-se por
volta desta hora o nascer do sol
Distribuição de cacau
quente e bolos caseiros
07h30 Reinício da
caminha em direcção ao Santuário de Vale de Maceira
Visita às capelas e café
para despertar
10h00 Regresso a
Vide, passando por Chão Sobral, Vale D’Água, Lages...
12h00 Chegada a
Vide
Tempo para dar um mergulho
no rio
13h30 Almoço na
Casa do Povo de Vide
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Vide - Fica situada na margem esquerda e direita da Ribeira do Alvôco e pertence
ao Concelho de Seia... "Vide com mil caminhos por descobrir".
Carvalhinho - Pertence à freguesia de Vide e é lugar de contemplação de montes e vales.
Monte do Colcurinho
(1244 m) - "Outros escrevem Colcorinho, o povo pronuncia Cocurinho e
Cucurinho"... local onde se encontra actualmente a capelinha de
Nossa Senhora das Necessidades e de onde a paisagem é deslumbrante.
Vale de Maceira -
Santuário de Vale de Maceira.
Poço dos Caneiros -
Local ideal para banhos e contemplação da natureza, localiza-se à
saída de Vide. |
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Os participantes devem
levar calçado adequado e pelo menos uma lanterna por cada dois
participantes.
O preço por pessoa será de
cinco euros para participantes até aos 16 anos, e de sete euros e meio
para os restantes, não se aceitando inscrições de menores de 14 anos
sem a companhia de um adulto responsável por ele.
O preço inclui o cacau, o almoço e seguro de participação.
O pagamento é feito no acto de inscrição, devendo estas ser feitas até
ao dia 5 de Agosto, indicando o nome completo e BI para se poder fazer
o seguro.
É possível assegurar
alojamento de sábado para domingo na Casa do Povo de Vide, estando
para tal disponíveis 4 quartos (três com 1 cama de casal e um com duas
camas de casal) com roupa de cama, toalhas de banho e casa de banho,
por 20 € e 25 € (quarto com 2 camas).
Inscrições e
informações: 919959508,
pedro.principe@isca.ua.pt
ou 238666219 e na página web da
Casa do Povo de Vide |
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Alguns excertos do livro "História do Santuário de Nossa Senhora das
Preces"(1)
"Desde as mais remotas eras da nacionalidade portuguesa se começaram a
erguer igrejas e capelas dedicadas à Virgem Mãe de Deus. À medida que
se conquistava aos mouros e solo desta faixa ocidental da Península,
começavam a cavar-se os alicerces e a levantar-se as paredes de grande
templos, como a Igreja de Santa Maria de Alcobaça, a Catedral de Santa
Maria de Coimbra, e tantas outras. Mas não era só nas cidades e terras
populosas. Também nas aldeias e vilas da Beira, nas margens do rio ou
no alto dos montes se levantavam, pouco a pouco, igrejas e ermidas.
Arganil fundou o Santuário do Monte Alto, Côja construiu a Capela de
Nossa Senhora das Neves, Vila Cova a Igreja Matriz, Avô dedica à
Virgem a sua Igreja Matriz e Ermida de Nossa Senhora do Mosteiro, São
Romão funda o Santuário de Nossa Senhora do Desterro, Aldeia das Dez
levanta no alto do Colcurinho, e depois no Vale de Maceira, o
Santuário de Nossa Senhora das Preces. Todos estes santuários ficam na
margem ou à vista do Rio Alva, o que levou certo autor a chamar-lhe
rio sagrado(2)."
"Todos os autores que se têm referido ao Santuário dizem que ele é
frequentadíssimo de romeiros, e um dos mais afamados de toda a Beira,
mas nenhum aponta a data da sua origem. Ora, numa fria manhã de
Novembro, os autores deste modesto estudo empreenderam a ascensão do
monte de Colcurinho (...) A subida é um tanto difícil, pois o cabeço é
elevado (1242 m), e o caminho íngreme e áspero. Mas por fim chegámos
ao alto. Lá está a capelinha de Nossa Senhora das Necessidades, no
lugar onde esteve a primitiva de Nossa Senhora das Preces. É uma
ermida simples, com a sua porto virada ao Poente, ladeada por duas
frestas, com o seu altar, feito por José Tavares, artista (...) da
Aldeia das Dez."
(1)
PEREIRA, Augusto Nunes, Pe.; BRITO, Mário Oliveira, Pe. - História do
Santuário de Nossa Senhora das Preces: desde o aparecimento da Virgem
até aos nosso dias. Braga: Missões Franciscanas, 1945
(2)
Vide - José Leite de Vasconcelos, Etnografia Portuguesa, Vol. II, pág.
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